
PARANOIA ADESTRADA
Aqui quero falar do meu bebe de estimação no momento, Paranoia Adestrada, um blog ficcional que estou escrevendo em tempo real na internet. Não direi que é um livro, até porque seria muito pretensioso de minha parte. Digamos que seja uma história que registra várias passagens que um casal homossexual enfrenta ao longo do tempo de namoro.
Eu tenho vários amigos gays e mais heterossexuais ainda. E meus amigos héteros sempre dizem que devia me aventurar mais no caminho de “O Terceiro Travesseiro”, uma vez que tenho muitas estórias pra contar. Como não gosto deste livro, quero fazer algo diferente dentro desse universo que acredito que deve e deva ser mais explorado nos próximos tempos.
Meu primeiro romance deve ser lançado em meados do ano que vem. Já fechei com uma editora que não revelo nem sob tortura, mas que não será nada simbólico, não. Como se trata do meu primeiro romance, estarei financiando minha primeira edição! Foi a forma encontrada de colocar, definitivamente, Dark Room – até que a morte nos separe, nas prateleiras.
Dark Room é uma história que nasceu dentro do dark room da boate Salvation, em 2000. Dentro dele tive contato com uma pessoa que me contou sua história de vida, ali, guardei grande parte na minha cabeça e, assim, nasceu primeiramente a peça de teatro e agora, mais recentemente, o livro.
“ Vinicius é um homem de 30 e tantos anos, dono da falida boate Paralelos, que vive uma história de amor com um rapaz mais jovem e, diante do alucinado ciúme que sente do seu namorado, descobre que sua vida é nada mais, nada menos do que uma vida frustrada. Tentando entender-se, Vinícius vai em busca de sua essência e nessa busca encontra com sentimentos, histórias, emoções que há muito estavam escondidos no baú de seu coração. Orientado por uma personagem misteriosa, ele encontra não só emoções como uma nova razão pra viver, sendo que seus dias de vida, estão mais que contados”
Uma linda história de amor, que vai além dos limites da imaginação que, com certeza, nos leva a consciência que nada vale a pena, a não ser o singelo sentimento do Amor.
Dark room teve várias versões, mas a que permaneceu foi a que esse menino misterioso me contou dentro do quarto escuro.
Estava na boate em uma dessas noites chatézimas, queria um lugar quieto pra ficar, até que meu amigo me convidou pra entrar no dark. Não titubeei e logo corri para dentro daquele quarto que as pessoas buscavam um prazer que jamais se findava. Como tinha um enorme sofá para quem quisesse sentar, descansar. Sentei nele mesmo. Foi quando tive contato com a pessoa que me contou a história. Enquanto meus amigos gozavam da luxúria, fiquei três horas ouvindo aquele rapaz me contando sua história, essa sim, sua história de vida! E já às lágrimas aquela pessoa que contava tristemente sua história de vida, desapareceu diante daquela multidão sedenta por sexo para nunca mais ser vista por mim.
Fiquei dias e dias pensando nele. Era um rapaz muito bonito, bonito não, lindo! E antes dele ir embora, me deu um beijo na boca, acredito eu, como forma de agradecimento por ouvi-lo tão pacientemente.
Voltando ao Paranoia Adestrada, não quero entrar nesse universo tão diretamente. E como forma de ESQUENTA, estou escrevendo esta loucura que percorreu minha cabeça por tantos anos. A estória de Paranoia termina quando começa a de Dark Room. Portanto, ambas as estórias nos emocionará, nos fará refletir em que mundo estamos vivendo e o que deixaremos como forma de essência para uma geração tão obscura, fria que viverá os próximos anos. Vale a pena conferir!
Aqui quero falar do meu bebe de estimação no momento, Paranoia Adestrada, um blog ficcional que estou escrevendo em tempo real na internet. Não direi que é um livro, até porque seria muito pretensioso de minha parte. Digamos que seja uma história que registra várias passagens que um casal homossexual enfrenta ao longo do tempo de namoro.
Eu tenho vários amigos gays e mais heterossexuais ainda. E meus amigos héteros sempre dizem que devia me aventurar mais no caminho de “O Terceiro Travesseiro”, uma vez que tenho muitas estórias pra contar. Como não gosto deste livro, quero fazer algo diferente dentro desse universo que acredito que deve e deva ser mais explorado nos próximos tempos.
Meu primeiro romance deve ser lançado em meados do ano que vem. Já fechei com uma editora que não revelo nem sob tortura, mas que não será nada simbólico, não. Como se trata do meu primeiro romance, estarei financiando minha primeira edição! Foi a forma encontrada de colocar, definitivamente, Dark Room – até que a morte nos separe, nas prateleiras.
Dark Room é uma história que nasceu dentro do dark room da boate Salvation, em 2000. Dentro dele tive contato com uma pessoa que me contou sua história de vida, ali, guardei grande parte na minha cabeça e, assim, nasceu primeiramente a peça de teatro e agora, mais recentemente, o livro.
“ Vinicius é um homem de 30 e tantos anos, dono da falida boate Paralelos, que vive uma história de amor com um rapaz mais jovem e, diante do alucinado ciúme que sente do seu namorado, descobre que sua vida é nada mais, nada menos do que uma vida frustrada. Tentando entender-se, Vinícius vai em busca de sua essência e nessa busca encontra com sentimentos, histórias, emoções que há muito estavam escondidos no baú de seu coração. Orientado por uma personagem misteriosa, ele encontra não só emoções como uma nova razão pra viver, sendo que seus dias de vida, estão mais que contados”
Uma linda história de amor, que vai além dos limites da imaginação que, com certeza, nos leva a consciência que nada vale a pena, a não ser o singelo sentimento do Amor.
Dark room teve várias versões, mas a que permaneceu foi a que esse menino misterioso me contou dentro do quarto escuro.
Estava na boate em uma dessas noites chatézimas, queria um lugar quieto pra ficar, até que meu amigo me convidou pra entrar no dark. Não titubeei e logo corri para dentro daquele quarto que as pessoas buscavam um prazer que jamais se findava. Como tinha um enorme sofá para quem quisesse sentar, descansar. Sentei nele mesmo. Foi quando tive contato com a pessoa que me contou a história. Enquanto meus amigos gozavam da luxúria, fiquei três horas ouvindo aquele rapaz me contando sua história, essa sim, sua história de vida! E já às lágrimas aquela pessoa que contava tristemente sua história de vida, desapareceu diante daquela multidão sedenta por sexo para nunca mais ser vista por mim.
Fiquei dias e dias pensando nele. Era um rapaz muito bonito, bonito não, lindo! E antes dele ir embora, me deu um beijo na boca, acredito eu, como forma de agradecimento por ouvi-lo tão pacientemente.
Voltando ao Paranoia Adestrada, não quero entrar nesse universo tão diretamente. E como forma de ESQUENTA, estou escrevendo esta loucura que percorreu minha cabeça por tantos anos. A estória de Paranoia termina quando começa a de Dark Room. Portanto, ambas as estórias nos emocionará, nos fará refletir em que mundo estamos vivendo e o que deixaremos como forma de essência para uma geração tão obscura, fria que viverá os próximos anos. Vale a pena conferir!
Sílmar Gama
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