Gente sobrevivi ao final de semana. Acordado desde as 5:30 da manhã de sábado, fui ligado até às 7:30 de domingo, e melhor, sem energéticos. Mas confesso tão cedo não repito essa marca, literalmente, não tenho mais saúde pra isso. Sou um jovem senhor assanhado.
Samuca, mais uma vez sua festa bombou e foi maravilhosamente MARA. Pessoas que há tempos não via, pessoas do bem, que gosto de verdade. Daniela, Wagner, Leandro, Edson foram atrações à parte. A cadeira que me levou ao chão lá pelas cinco e tantas da manhã também foi outra. Gente, a cadeira quebrou e minha cara, em risos, também. Acho que tenho que fazer uma dietinha básica... Dietas... Desde que me entendo por gente essa palavra me persegue. Como já falei em outros postes, após os 30 anos é um sofrimento emagrecer. O importante é que os galetos ainda me tiram pra dançar nas festas, e olha que registraram o momento, viu. Claro que não serei nem louco de colocar aqui, as pessoas que odeiam o Danonne iriam se deleitar com a cena. O que falar do momento Conga La Conga? Essa baixinha do rebolado causa horreres nas festas de fundo quintal. Eu que não sou deixar barato relembrei meus momentos de chacrete e mostrei que ainda posso ser o rei do rebolado. Por falar em rebolado, e o rebolation, gente!? Que maravilha é essa que inventaram? Adorei! Seguido da dança creu e finalizando com minha banda Dejavú, a saidinha com dj Gilmar, devidamente rebatizada de saidinha com dj Silmar, é maravilhosa também.
A festa foi ótima. Até uma escultura de Rodin ou Victor Brecheret apareceu lá pelo final da festa. No começo ela estava capenga, mas eu e Daniela de Cássia a colocamos no lugar e lá ela ficou até quase seis horas da manhã. Verei as questões de direitos autorais e se me permitirem eu publico a foto da escultura.
Palmas para Patrícia e a popozuda de calça amarela, vocês arrasaram! Mas o momento que me emocionou de verdade mesmo foi reencontrar minha filha travesti Mellissa Andreus, que a batizei anos atrás ainda como uma jovem ninfeta. Você parou a festa Melissa, o que os bofes de camiseta amarela e rosa não vão sonhar daqui pra frente né? Sem contar que alguém, que não posso falar, adorou seu imenso bumbum e seus seios enormes. Espanhola não faltou e eu me acabei com elas. Eu e Daniela tomamos uísques, vinho, espanhola, cerveja, continni e, claro, um alexander que surgiu não sei de onde, e foi parar em minha goela.
Amei tudo e, em julho, meu aniversário não vai deixar por menos. Também pudera, não é todo dia em que se faz 31 primaveras. Esse ano promete muito pra mim. Deixo bem claro - também: que eu não sou lixeira, minha gente! E espero que os meninos que me jogaram aquele copo plástico tenham entendido isso depois do meu mini-barraco! Beijos a todos e nota dez para o quesito evolução!
Como alguns amigos meus sabem, eu gosto das coisas simples da vida. Aliás, nem tão simples assim. Eu adoro comer bem e beber boas bebidas. Hoje eu tenho um amigo, Edson Campos, que tem sido um exímio bar-man pra mim. Casado com minha amiga Daniela, toda vez que vou à casa deles é algo novo que descubro. Edson é uma das pessoas mais inteligentes que conheci na vida, a pessoa certa que escolhi pra me assessorar na realização do meu livro. Como ele é formado em Psicologia pela Usp nossas trocas têm sido bem sucedidas. Acredito que o livro ficará muito bom no aspecto psicológico graças a ele.
Entre outras coisas que gosto, dormir quando o dia está amanhecendo é minha predileta. Gosto de ficar desligado nesse período, mas por conta do trabalho esta é a hora que estou começando a trabalhar. Mas garanto, por pouco tempo. Quando estou escrevendo, adoro trabalhar a partir das 16 horas, dou uma pausa lá pelas 20 horas, paro, vou pra casa de amigos ou beber alguma coisa lá pelas bandas da Vieira de Carvalho: Queen, Vermont, e por que não o Odara? São bares que adoro sentar e tomar alguma coisa, acompanhado ou não. Volto pra casa tarde da noite, depois da meia noite sempre e escrevo até perto da cinco da manhã.
Baladas eu gosto também, não tanto como gostei um dia. Mas sempre que dá eu vou. São Paulo está carente de boas baladas. Uma pessoa como eu, que começou na vida noturna aos 16 anos, meados da década de 90, dificilmente vai gostar de alguma coisa hoje em dia.
Adoro estar com pessoas interessantes. Claro que algumas não são tão inteligentes como os desavisados imaginam. Tenho amigos e, excelentes amigos de conhecimento e inteligência populares. Aliás, amo estar com eles. Ser interessante hoje em dia é muito fácil, mas alguns preferem o caminho fácil.
Como falei anteriormente, acordo muito cedo pra exercer a função de homem empregado, isso me estressa muito. Mas incorporo minha entidade e assim cumpro muito bem meu papel. Quando saio da empresa é um delírio, o encontro do homem sério passando o bastão para o artista, aquele que não precisa de nada disso pra ser feliz.
Cledson meu personagem do livro tem andado comigo o tempo todo, em outro poste vou falar sobre isso. É muita coisa pra se falar aqui, nesse que comecei com outra intenção. Resumindo, sou um boêmio e adoro ser vagabundo de carteirinha. Tenho amigos que dizem que a profissão de escritor é pra quem não gosta de coisa séria e prefere viver aos bares bebendo. E é bem verdade isso. Não sou alcoólatra, mas todas as minhas conversas são regadas de boas bebidas e, claro, muita música de qualidade, portanto, entretanto, todavia, gosto de coisas muito simples. Eu gosto mesmo é de não fazer nada e alegrar as pessoas com as coisas que escrevo.
Por Vieira Gama
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