
NADA COM NADA
Depois de horas ininterruptas “matando o carrasco”, vim aqui prosear um pouco. Ando meio relapso com o meu blog. Foda-se! Se tem alguém que lê o que posto por aqui, o importante é postar, não é mesmo? Desculpe qualquer falha por essas más traçadas linhas, mas acontece que estou redigindo este texto neste exato momento no mais absoluto breu. A única claridade em meu quarto e a luz do monitor e a fumaça de cigarro que dança entre ela.
Estou tendo dias de mais absoluta indecisão. Ainda não estou muito certo das decisões que tomarei para os próximos dias. E quando isso acontece tira o meu sono mais aterrador.
Do som que vem do computador, uma dessas músicas dançantes que tocam na vibe hitz, que foi pauta da nossa discussão de equipe esta semana. Uns querem que a música continue e outros preferem que ela saia. E aqui a divagar, a divagar sem muito saber dos próximos dias. Uma tremenda bosta!
Será que vamos ser mesmo devorados pelos call centers da vida? Será que a todo o momento terá alguém que nos ligará nos ofertando algo que certamente não vamos querer? Por que eles insistem tanto... Ora bolas. Como se não soubesse a razão que rola por trás de tudo isso.
Eu queria ter uma vida de rei. Vida essa que não tivesse que acordar cedo pra trabalhar e pudesse ficar à frente do computador estudando e a escrever o tempo todo. Mas esta vida de rei que eu tanto sonho ainda está muito longe de acontecer. O jeito é não dar ouvidos às vozes que vêm de dentro de mim e pedem pra eu correr nu pelas ruas. Pois se ouvi-las estarei perdido. Tomarei um rumo que é mais certo do que divagar, é dizer que dele não voltarei para contar como é esse estado de solidão ininterrupta.
Melhor do que falar nada com nada, agora é ir dormir. Mas se caso volte por aqui, que eu bem sei que essa safada a cá esteve, receba esse meu beijo glamuroso, Dona Silvia fucinho de porco. Está com raivinha de mim, né? Ah, gata, sinto muito! Venha me pegar criança e a gente resolve...
Nenhum comentário:
Postar um comentário